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ANTÓNIO GUIMARÃES FERREIRA + RUI GUEIFÃO

RESIDÊNCIA16.06 - 25.06, Aljustrel

FESTIVAL30 de Junho | 19h | Aljustrel

 6 de Julho | 19h | Ourique

TÍTULOEnxerto

ÁREAArtes Plásticas / Performance

LIGAÇÕEShttp://ruigueifao.pt/About

 http://cargocollective.com/enxerto/home

 http://www.antonioguimaraesferreira.com/

BIOGRAFIA

António Guimarães Ferreira frequentou os cursos de Desenho e Atelier na Sociedade Nacional de Belas Artes, sob a tutoria de Quintino Sebastião, paralelamente à licenciatura em Direito. Após um período em que trilhou caminhos profissionais em diferentes áreas, dedica-se desde 2014 ao desenho, escultura, instalação e projetos performativos, expondo regularmente. Em 2015, foi distinguido com o primeiro lugar no concurso “Criarte”, cujo júri era constituído por Pauline Foessel, Paulo Arraiano, Sandro Resende e Miguel Januário. Foi artista residente na MArt, sob a orientação de Paulo Brighenti, André Almeida e Sousa e Miguel Ferrão, durante dois anos e atualmente desenvolve trabalho individual e em dupla, com Rui Gueifão.

Rui Gueifão vive e trabalha em Lisboa. Gueifão concluiu a licenciatura em Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR), em 2014, durante a qual foi bolseiro do programa Erasmus em Poznan, Polónia. Desde então tem desenvolvido o seu trabalho artístico de forma contínua e ininterrupta, expondo nos mais diversos locais, desde espaços independentes, casas-museu e galerias. Paralelamente, trabalhou em várias instituições culturais de renome como Museu Colecção Berardo, Galeria Baginski e Galeria Caroline Pagès.

SINOPSE
Enxerto

Construir uma escultura e transportá-la, a pé e recorrendo a uma carroça, entre os municípios de Aljustrel e Ourique, qual caixeiro-viajante ou mensageiro exclusivo entre aldeias. A manualidade e a fisicalidade dos artistas como principal força de produção: na construção da escultura e da própria carroça e, ainda, no transporte. Em cada paragem, a peça será exposta pelo menos uma vez por dia, convocando a comunidade local para todas as decisões relativas à montagem da mesma. O registo audiovisual e fotográfico é parte integrante da obra. Toda a ação, resultante de uma prática artística permeável a tudo o que a envolve (comunidade, natureza, fazeres e afetos), constituirá um caminho, físico mas não só, feito a várias vozes e eminentemente colaborativo. Uma reflexão aberta, literalmente em curso, sobre a democratização da arte, o espaço público e a efemeridade.

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