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KATELYN SKELLEY

RESIDÊNCIA05.06 - 29.06, Ourique

FESTIVAL8 de Julho | 22h00 | Ourique

TÍTULONever Free of It

ÁREADança / Teatro

LIGAÇÕEShttps://vimeo.com/user34506223

BIOGRAFIA

Katelyn Skelley iniciou a sua formação na Minnesota Dance Theatre School, licenciando-se, mais tarde, em Artes Plásticas pela Tisch School of the Arts, University of New York (2006). Em Nova Iorque, trabalhou com Kyle Abraham, Cherylyn Lavagnino, Gallim Dance e Dre Dance. Em 2008, regressou à cidade natal, Mineapólis, para se juntar à TU Dance e, em 2011, foi convidada para assistente do coreógrafo e co-diretor artístico Uri Sands, assumindo a direção de ensaios em simultâneo com a atividade de bailarina a tempo inteiro. Recentemente foi bailarina convidada no Pfalztheater Kaiserslautern, na Alemanha, protagonizando alguns papéis enquanto solista. Katelyn apresentou o seu próprio trabalho no The Southern Theatre and Future Interstates (Mineapólis), no Dock 11 (Berlim) e atuou em colaboração com o The Moving Company, Body Cartography Project, Theater Forever, Live Action Set, Nic Lincoln e Stephen Yoakam.

SINOPSE
Never Free of It

Em Never free of it, Skelley cria uma performance a solo entretecida a partir do cruzamento entre dança, música e voz e a condição do seu avô: um violinista com 93 anos que deseja tocar mas cujas forças não permitem segurar no instrumento. Influenciada pelas companhias de teatro com que trabalha diretamente, Skelley importa para a sua proposta artística algumas das caraterísticas elementares do género, como a pura representação, a construção de personagens ou a presença do texto. Por outro lado, a bailarina pretende explorar os limites do corpo, testados pelo rigor e pela repetição inerente ao labor, e a relação com a mente. Como reagem as cordas vocais? Os órgãos? Os vasos sanguíneos? As vísceras? Só somos quando nos cumprimos também fisicamente. Os movimentos de trabalho e os corpos dos operários estarão na base de investigação de Skelley, a quem interessa as transmutações físicas provocadas pelo tempo, os vestígios. Seja um espamo, um desejo de mover ou uma expressão facial, o que resta no corpo em movimento.

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