Loading...
STRATOFYZIKA

RESIDÊNCIA08.06 - 29.06, Aljustrel

FESTIVAL1 de Julho | 21h30 | Aljustrel

TÍTULOPhi

ÁREAIntermedia / Performance

LIGAÇÕEShttp://www.stratofyzika.com/

BIOGRAFIA

Hen Lovely Bird emigrou para Berlim em 2010, depois de mais de uma década a trabalhar em São Francisco nos interstícios entre dança, som e videoarte. Já na Europa, Bird fundou o coletivo StratoFyzika juntamente com Alessandra Leone e Lenka Kocisova. Enquanto grupo, o StratoFyzika propõe-se a criar performances audiovisuais e interativas baseadas no movimento, e já expôs um pouco por toda a Europa, (eCynetart Festival, Uferstudios, Platoon Kunsthalle) e também no Brasil (Galeria de Arte Digital do Sesi-SP/FIESP). Para além do StratoFyzika, Hen é membro fundador de outros três coletivos de artistas com base em São Francisco: A.R.G. (Anomolous Research Group), Suki Tawdry e The Black Cactus Choir. Nestes grupos, atuou principalmente como bailarina/coreógrafa mas também como artista sonoplasta e atriz. Além disso, Bird trabalha como artista-performer em espetáculos de moda, vídeos musicais e filmes de dança. Formada em Dança e Arte Intermedia pelo Mills College (Oakland, Califórnia), instituição que lhe atribuiu o Innovative Choreography Award.

Alessandra Leone é designer gráfica (em movimento) e programadora autodidata, Leone explora as fronteiras da perceção, consciência e realidade, criando obras desafiantes de grande impacto visual. Após uma incursão pelos estudos da música clássica (piano e flauta), Leone dedicou-se ao design de produção e ao design de comunicação, tendo investigado sobre o Neuer Deutscher Film (Novo Cinema Alemão) no âmbito do mestrado. Enquanto artista visual, Leone apresentou o seu trabalho ao vivo numa série de eventos, tais como Geneva Mapping Festival, B-Seite - festival für visuelle Kunst und Jetztkultur em Mannheim ou Month of Performance Art Berlin, explorando novas abordagens para a interatividade em palco e em ambientes imersos. Leone é atualmente professora de motion graphics e freelancer, colaborando com diferentes estúdios de design e de publicidade como animadora e editora e ainda como gestora de projetos de desenvolvimento pessoal.

Lenka Kocisova é uma artista audiovisual, compositora experimental e performer. Doutorada em Performance Audiovisual da FaVU Brno University of Technology (CZ), onde também estudou Arte Performativa com o Professor Tomas Ruller e ainda pedagogia, multimédia e gestão artística. Foi diretora de arte mas tem vivido e viajado pela Europa, colecionando experiências em arte e em música underground. É membro do female:pressure, Multiplace, Czech it!, Anymade Studio e Fauchmiau. Desde 2006, apresenta espectáculos audiovisuais experimentais e, desde 2014, experimentais techno.

Daria Kaufman é bailarina e coreógrafa. Vive e trabalha em Lisboa desde 2014. O trabalho de Kaufman questiona as noções de perceção, de género e as relações sensoriais do corpo. Já apresentou trabalhos nos Estados Unidos e em Portugal, em auditórios como ODC Theater (São Francisco), Joe Goode Annex (São Francisco), Escola Superior de Dança (Lisboa) e Atelier Concorde (Lisboa). Em 2015, foi nomeada para o prémio Isadora Duncan Award (“Izzie”), para Performance Individual, pelo espectáculo “In Her Tower”. Tem recebido apoios à criação da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação Europa Cultural e da Zellerbach Family Foundation. Participou em residências artísticas nos Estados Unidos e um pouco por toda a Europa, designadamente no Shawl-Anderson Dance Center (Berkeley, EUA), e no Devir Capa (Faro, Portugal) e na ÇATI Dans (Istambul, Turquia).

SINOPSE
Phi

Criada em colaboração com a bailarina/coreógrafa sediada em Lisboa, Daria Kaufman, Phi é uma nova dança performance audiovisual inspirada pela mudança lenta, pelas estruturas repetitivas da música minimalista e pelo estímulo de alteração da perceção. Phi é também o mais recente trabalho de performance do StratoFyzika para aprofundar/investigar o cruzamento entre movimento, som e luz. Nesta peça, os corpos dos bailarinos orbitam uma instalação de luz, surgindo ora iluminados, ora escurecidos, na sombra, ao mesmo tempo que as composições eletrónicas e polirrítmicas invadem o espaço, construindo uma paisagem sonora através de múltiplos canais. Destes cruzamentos sensoriais, chocantes e viscerais nasce Phi.

 anterior  VER TODOS seguinte